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Heineken contrata 2,5 mil e mulheres Logísticas assumem caminhões

Em menos de um ano, empresa cresceu 20% devido aos investimentos na distribuições própria das suas cervejas; até 2021, o Grupo Heineken precisava contar com a Coca-Cola para chegar aos bares



As vantagens da distribuição própria

Desde 2017, com a compra da cervejaria Brasil Kirin, o Grupo Heineken começou a ter a infraestrutura e desenvolver o know-how de vender e levar as cervejas aos pontos de venda. Com o novo contrato com a Coca-Cola, que foi parceira desde o início da cervejaria holandesa no país, Heineken ganha autonomia para se comunicar com os pontos de venda. A nova distribuição ocorre de forma "espelhada", que anda em paralelo com o que ficou com a Coca-Cola. O Grupo agora distribui a própria Heineken, Amstel, Baden Baden, Lagunitas e Blue Moon, enquanto a empresa parceira ficou com Eisenbahn, Sol e Tiger. Antes do novo acordo, 65% do que é produzido pela Heineken era distribuído pela Coca-Cola. Para o presidente do Grupo, Maurício Giamellaro, a distribuição própria vai fazer diferença para o Grupo engajar melhor seus vendedores.

"Nós somos cervejeiros. Nós nascemos para fazer cerveja. E você precisa ser dono do seu destino quando você tem um negócio do tamanho do nosso. Nos últimos cinco anos, a Coca-Cola fez isso para a gente e fez muito bem, mas o negócio deles é 80% refrigerante e 20% de cervejas, e olha que Heineken cresceu muito. O negócio do Grupo Heineken é exatamente o contrário. 90% dele é cerveja. Vamos ser cervejeiros falando com pontos de venda cervejeiros. Dá para Coca-Cola fazer isso? Dá. Mas foco vale muito no nosso negócio. A gente cresceu e saiu de casa", brinca Maurício.

Na prática, a empresa espera que os vendedores especializados em cerveja possam ter a habilidade de fazer os donos de bares abraçarem mais o portfólio da Heineken.


Fonte: Por Victor Sena Revista EXAME

 


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